CEPOA
Serviço privado conveniado ao SUS, com atendimento misto. No R1 o rodízio é no SUS (consulta geral) e, no segundo semestre, o residente começa a instrumentar e operar pterígio com sua equipe. No R2 assume a emergência e o pós-operatório da equipe, além de turnos de auxílio na agenda particular do chefe. No R3 há mais auxílios e turnos em todas as áreas cirúrgicas, mas as cirurgias costumam ser dos fellows ou particulares. Departamentos SUS: geral, retina, glaucoma, córnea e catarata (oftalmopediatria em estudo).
- Vagas
- EM FALTA
- Carga
- Inclui um turno livre por semana.
- Cirurgia
- Cada R1 entra numa equipe cirúrgica fixa (R1, R2, R3 + chefe, às vezes fellow) até o fim da residência; média de 200–300 facos, variando por equipe e residente.
- Fellows
- Segmento anterior, córnea, glaucoma, catarata, retina clínica e cirúrgica, oculoplástica.
- Perfil
- Para quem quer volume de faco dentro de uma equipe estável.
- Equipes cirúrgicas fixas com volume relevante
- Aparelhagem moderna compartilhada com o setor privado
- Suporte de retina cirúrgica para complicações
- Aulas às 7h ministradas pelos próprios residentes
- Simulados bimestrais da prova de título com nota mínima — abaixo dela, suspensão do centro cirúrgico
- Contato com fellows é sobretudo teórico