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Relato RJ
Rio de Janeiro / RJ

CEPOA

Serviço privado conveniado ao SUS, com atendimento misto. No R1 o rodízio é no SUS (consulta geral) e, no segundo semestre, o residente começa a instrumentar e operar pterígio com sua equipe. No R2 assume a emergência e o pós-operatório da equipe, além de turnos de auxílio na agenda particular do chefe. No R3 há mais auxílios e turnos em todas as áreas cirúrgicas, mas as cirurgias costumam ser dos fellows ou particulares. Departamentos SUS: geral, retina, glaucoma, córnea e catarata (oftalmopediatria em estudo).

Vagas
EM FALTA
Carga
Inclui um turno livre por semana.
Cirurgia
Cada R1 entra numa equipe cirúrgica fixa (R1, R2, R3 + chefe, às vezes fellow) até o fim da residência; média de 200–300 facos, variando por equipe e residente.
Fellows
Segmento anterior, córnea, glaucoma, catarata, retina clínica e cirúrgica, oculoplástica.
Perfil
Para quem quer volume de faco dentro de uma equipe estável.
✚ Pontos fortes
  • Equipes cirúrgicas fixas com volume relevante
  • Aparelhagem moderna compartilhada com o setor privado
  • Suporte de retina cirúrgica para complicações
⚠ Pontos de atenção
  • Aulas às 7h ministradas pelos próprios residentes
  • Simulados bimestrais da prova de título com nota mínima — abaixo dela, suspensão do centro cirúrgico
  • Contato com fellows é sobretudo teórico

Relatos enviados por residentes e reescritos pela equipe Oftlessons. Nomes de autores foram omitidos. São percepções individuais (ciclo 2025/2026), não dados oficiais das instituições — confirme números e regras no edital de cada programa.

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